sexta-feira, 21 de agosto de 2020

Auxílio emergencial pode ser prorrogado até dezembro em parcelas de R$ 300,00

O auxílio emergencial pode ser prorrogado, a partir de Medida Provisória a ser editada pelo governo federal. A quinta parcela do benefício começou a ser paga na última segunda-feira, 18, e tem previsão de acabar no mês de setembro, se não for estendida para outras parcelas.

Entretanto, se prorrogado, o benefício deve ter valor inferior aos R$ 600, tendo em vista que o ministro da Economia, Paulo Guedes, vem afirmando que “não tem dinheiro para ficar em R$ 600”. As informações são do portal de notícias do Correio Braziliense.

Segundo os cálculos da equipe econômica, cada mês de auxílio emergencial custa R$ 51,5 bilhões. Dessa forma, o governo tem estudado a possibilidade de baixar o valor do benefício para cerca R$ 300. A quantia é considerada um valor intermediário entre os atuais R$ 600 e os R$ 190 do Bolsa Família, sendo valor superior também aos R$ 200 defendidos pelo ministro Paulo guedes no início da pandemia.

Para a equipe, seria uma transição segura do auxílio emergencial para o Renda Brasil, que prevê R$ 250 para brasileiros de baixa renda.

Para fazer essa redução, contudo, o governo precisa de autorização do Congresso. Segundo a lei que instituiu o benefício, a prorrogação do auxílio por meio de decreto só é possível se mantidos os R$ 600, conforme a primeira renovação, em junho. À época, o secretário do Tesouro Nacional, Mansueto Almeida, já havia apontado que a renovação do auxílio emergencial representaria um gasto acima de 4% do Produto Interno Bruto (PIB). 

Por outro lado, lideranças partidárias querem a prorrogação do auxílio até dezembro, com mais uma parcela de R$ 600 e outras duas de R$ 300. O governo deve apelar para uma medida provisória, visto que elas têm vigência imediata e estão tramitando de forma acelerada no Congresso nesse período de pandemia.

Informações do Camocim Portal de Notícias via Jornal O Povo.

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