quinta-feira, 6 de agosto de 2020

Artista de Camocim relata ter sido desrespeitado pela gestão municipal e diz que artistas merecem respeito e dignidade.

O renomado artista plástico camocinense Eduardo  Sousa postou um desabado em rede social relatando a falta de respeito na qual foi tratado pela administração municipal na ocasião em que o mesmo reclamou do cachê, no valor de R$ 100,00 (cem reais), pago pela prefeitura aos artistas que pintam as velas de canoas decorativas do tradicional evento Salão de Arte, realizado anualmente em Camocim.

"Dai então veio a resposta direcionado a mim, Eduardo, alegando por parte do gestor que, quem quisesse participar seria desta maneira, caso contrário, quem não quisesse traria outros pintores de fora.  Aí engolimos". Disse o Artista ressaltando que resolveu tornar o assunto público como forma de como forma de reivindicação. "  Nada contra pintor de fora, mas nossa classe merece respeito e dignidade", 

Segue, na íntegra, a  nota de reivindicação do artista 

"Bom dia caros amigos artistas de modo geral. Meus amigos, gostaria de tocar em um assunto muito cauteloso, é a respeito do que se refere a nossa classe artística. Todos os anos acontece os salões artísticos com quadros, e mais uma opção além das obras e fotos etc. temos também a pintura em vela. Então, em ano anterior, quando é feita a reunião para o procedimento do salão, há discussão sobre premiação e cachê. Então a pauta sobre a pintura das velas:  que  é (10) dez velas ser pintada por nos artista, sabemos temos um cachê de R$ 100,00 para pintarmos as velas. Então houve uma discussão na reunião anterior sobre este cache, que achamos pouquíssimo pra pintar uma vela de canoa.  Então o Eglauber ficou de conversar com a administração municipal sobre os nossos casos, dai então veio a resposta direcionado a mim, Eduardo , alegando por parte do gestor que, quem quisesse participar seria desta maneira, caso contrário, quem não quisesse traria outros pintores de fora.  Aí engolimos. Agora estou tornando este assunto público como forma de reivindicação, nada contra pintor de fora, mas nossa classe merece respeito e dignidade. Outra coisa sobre o tempo: muitas vezes as velas são distribuídas muito em cima do evento, quase não há tempo pra pintar".

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