segunda-feira, 29 de junho de 2020

Chegando a campanha eleitoral, prefeita convoca estagiários que havia demitido alegando falta de "amparo legal" na pandemia.


Segundo a prefeita, a bolsa-estágio não tinha amparo legal devido ao estado de emergência na saúde pública. Pergunta: o estado de emergência acabou? 



Diretores de escolas da Rede Pública Municipal de ensino estão informando através de grupos de whatsapp, aos professores e demais profissionais de suas respectivas escolas, que a prefeita Monica ordenou o retorno dos estagiários remunerados da secretaria municipal de educação  - na realidade, na prática,  esses estagiários atuam como professores de diversas disciplinas.  

Na época, e até os dias de hoje, muitos alunos foram prejudicados porque ficaram sem ter aulas de muitas disciplinas. 

É bom lembrar que no início da pandemia, entre o final de março e início de abril, a prefeita Monica Aguiar suspendeu através de portarias todos os  estágios remunerados do município  justificando ser uma medida que atendia o estado de emergência, os  decertos que tratam da prevenção ao coronavírus  e  que  o pagamento da bolsa-estágio aos estudantes universitários não tinha amparo legal devido ao estado de emergência.


Alfinetada

Eis a contradição: 

Agora, com o aproximação da campanha eleitoral, a prefeita, louca por votos para o seu candidato,  retoma os estágios, mesmo sem ter sido declarado o fim da pandemia de Covid-19 e justamente no momento em que o coronavírus sufoca a população com mortes e aumentando o números de pessoas infectadas.

Bom, e pelo que tudo indica, a gestora de Camocim encontrou um jeito de "amparar" legalmente p pagamento da bolsa-estágio. 

Só sendo muito idiota para acreditar que a senhora prefeita Monica Aguiar está preocupada com a educação e com a pandemia.  É lógico que  estamos diante de mais uma temporada de "contratação eleitoral". As mesmas que fizeram a prefeita enfrentar um processo e uma condenação ao pagamento de multa, ela e o esposo dela, o deputado Sérgio Aguiar.

Alô vereadores, alô Ministério Público! 


Carlos Jardel

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