sexta-feira, 15 de maio de 2020

Jijoca - Lambe-botas do prefeito (um nada) costuma ameaçar cidadãos que criticam desmandos da administração municipal

Um idiota em Jijoca de Jericoacoara, indomável lambe-botas do atual prefeito - não cito o nome porque não costumo dar audiência a seres irrelevantes na esfera pública - se imagina uma poderosa autoridade pública ao ponto de tentar ameaçar de justiça os populares que, legitimamente, denunciam os erros da administração municipal nas redes sociais. 

Ao invés de acolher as criticas e ajudar a gestão a corrigir as falhas, o imbecil costuma ir na caixa de mensagem privada (Facebook, Whatsapp) das pessoas de bem, trabalhadores e trabalhadoras de Jijoca, intimidá-las, com ameaças de protocolar denúncias no Ministério Público ou nos órgãos da Policia Militar e Civil, num apelo tipico de gente pilantra que tenta calar a voz dos oprimidos. 

Na realidade esse individuo não ocupa cargo nenhum no Executivo. E mesmo que viesse a ocupar não poderia ser nada mais do que um simples empregado do povo e sem poder de autoridade. 

Cabe aqui salientar a esse "zé doidinho", que até mesmo as autoridades públicas, legalmente constituídas, como no caso de prefeitos e vereadores, não podem abusar do poder que lhes fora conferido sobre risco de responderem nos tribunais da Justiça por "abuso de poder".  Imagine um desqualificado, que nada é! 

Esse boa vida, que parasita na sociedade se mantendo às custas do dinheiro público, "sem dar um prego numa barra de sabão", e que até pouco tempo, para atacar políticos, dizem,  assumia, de forma criminosa nas redes sociais, a identidade de " Paula Tavares", caso fosse investigado pelos crimes cibernéticos que cometeu, acabaria indo parar atrás das grades. 

Ora, o que dizer de um individuo que precisa assumir identidade virtual falsa, sendo do sexo masculino porém se identificando com um nome feminino? 

A esse tipo de desserviço social, vagabundo, covarde e criminoso, que costuma espalhar noticias falsas na rede mundial de computadores, caberia os rigores da lei. 

Carlos Jardel

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