sábado, 4 de abril de 2020

Na pandemia, Secretário da Saúde é pernas e braços quebrados, olhos cegos, a boca e os ouvidos tapados da prefeita Monica

Não bastava a prefeita por si só  ser irresponsável. Tinha que ter um secretário da saúde também. 


O secretário da Saúde de Camocim, Fernando Fernandes, deveria ser neste momento de crise na saúde pública os dois braços e as duas pernas do governo da prefeita Monica. Deveria ser também a segunda voz mais importante do governo - já que a primeira é, pelo menos em tese, a da prefeita sumida -  mas não é!, e  está longe de ser! O chefe da saúde municipal está claramente desorientado, com pernas e braços esgotados e inoperantes, sem língua, com a boca costurada, cego e com os ouvidos tapados.

Dificilmente algum cidadão honesto de Camocim conseguirá constatar em afirmação quais as ações significativas do chefa da pasta municipal nesta pandemia.  Até mesmo as informações das notificações suspeitas de coronavírus são confusas, omissas e mentirosas, fato que proporciona instabilidade e aumenta a ansiedade popular.  

A propósito, o que secretário da saúde está esperando para se pronunciar e interagir com a população que está carente de explicações? 

Definitivamente o secretário não tem caminhado de forma equilibrada na estrada que exige, agora mais do que nunca, clareza, firmeza, comunicação, aptidão, transparência, inteligência e compromisso com as pessoas.  

A situação de ingerência na crise, por parte do gestor municipal da saúde, é constatada até mesmo por membros do governo e por demais profissionais da pasta, que questionam inclusive a necessidade de muitos servidores sem fazer nada em muitos setores, mas que estão sendo obrigados a irem para seus postos de serviços para simplesmente olharem um para a cara do outro enquanto esperam o passar de de  improdutivas horas. 

Outra questão, no campo sugestivo da crise, seria o secretário adotar a Saúde Ampliada, determinando o funcionamento de unidades de saúde de bairros mais populosos de 6h às 22h, para atender  casos de pacientes considerados não emergências. Essa medida evitaria sobrecarregar a UPA e o Hospital, diminuindo consideravelmente o fluxo de pessoas nestes ambientes, que ficariam para atender os casos mais graves. 

Outra medida importante,  seria instalar o serviço de teleatendimento de 24h, para que profissionais pudessem tirar dúvidas das pessoas e indicarem o melhor atendimento. 

Ocorre que Camocim está sem liderança!. A prefeita Monica Aguiar e seu projeto de Secretário de Saúde,  Fernando Fernandes, tem agido com extrema incompetência e irresponsabilidade. 

Carlos Jardel 

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