terça-feira, 28 de janeiro de 2020

Granja - ex-vereadora teatraliza inocência que nunca teve

A ex-vereadora de Granja, Paloma Aguiar, que teve seu mandato cassado por comprovada quebra de decoro, parece não cansar da teatralização da inocência que não conseguiu provar em dois anos para a Comissão Processante do Legislativo e nem mesmo para a Justiça.  

O documento que trata do resultado da sessão de julgamento do processo que rendeu a cassação do mandato de Paloma, foi publicado no dia 23 de janeiro deste ano. Ontem, segunda-feira (27), ela solicitou cópias da documentação, mas ainda não teria ido buscá-las.

A ex-vereadora tem preferido o discurso de vitimização, porém não explica pra população os reais motivos que a fizeram perder o mandato.

Ela apresentou documentos legislativos supostamente de sua autoria com assinaturas falsificadas. Esse foi o motivo! As assinaturas foram submetidas a uma perícia cujo laudo policial constatou a falsificação das mesmas. 

Nesse sentido, a ex-vereadora deveria  explicar por que se recusou, juntamente com seu pai e seu assessor parlamentar,  a fazer as assinaturas conforme intimação da Policia Civil. Ou seja, já que a ex-vereadora afirmou várias vezes serem suas as assinaturas nos documentos  legislativos, por que então não colaborou com as investigações?

O Ministério Público Estadual também solicitou outro exame grafotécnico para identificar a confirmação de autoria da falsificação. E advinha? Isso mesmo! A ex-vereadora e seu pai, mais uma vez, se recusaram a colaborar com  Justiça. Por que? respondo: as suspeitas é de  que o pai de Paloma, o ex-vereador Chico Ézio, seja o autor das assinaturas. 

A ex-vereadora ontem, segunda-feira (27), pediu cópias do seu processo.  Falou com o presidente da Câmara, o vereador Antônio José, inclusive fora do expediente da Câmara, por volta das 17h15min. Até o momento ainda não foi buscar o que solicitara.

A decisão da cassação do mandato já foi informado a Justica Eleitoral.

Carlos Jardel

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