quinta-feira, 31 de maio de 2018

"Objetos" da prefeita e do deputado votam contra transparência no hospital e cometem "canalhice parlamentar" - parte 2

"objetos políticos" da prefeita e do deputado, na Câmara, cometerem  CANALHICE! 

Os vereadores que são propriedade politica da prefeita Monica Aguiar (PDT) e do seu esposo , o deputado estadual Sérgio Aguiar (PDT), votaram  na noite de ontem, durante sessão legislativa, contra o Requerimento do vereador Juliano Cruz (PSD), que  solicitava cópias dos convênios, contratos e demais atos administrativos, dos últimos 05 anos, celebrados entre o Município de Camocim e a Associação de Proteção e Assistência à Maternidade e à Infância de Camocim - Hospital Deputado Murilo Aguiar.

Os documentos solicitados pelo vereador Juliano tinha como objetivo apurar algumas situações referentes ao ato de prestação de contas do Hospital  para com o Estado, União, Município e para com os municípios de Granja, Martinópole, Chaval e Barroquinha, que compõe a Microrregional de Saúde. 

Alfinetada

Existe algum problema jurídico ou politico que impeça o Poder Legislativo de solicitar documentos de natureza pública para dar mais transparência aos seus pacientes e ao  povo em geral, para esclarecer qualquer questão obscura?  A resposta é: NÃO! pelo contrário, a Constituição Federal, no seu artigo 5º, inciso XXXIII  diz claramente: "todos têm direito a receber dos órgãos públicos informações de seu interesse particular, ou de interesse coletivo ou geral, que serão prestadas no prazo da lei, sob pena de responsabilidade, ressalvadas aquelas cujo sigilo seja imprescindível à segurança da sociedade e do Estado".

Neste caso, o requerimento do vereador Juliano não coloca em risco "a segurança da sociedade", mas está justamente zelando pela saúde coletiva. 

Então, o que os vereadores oposicionista fizeram foi negligenciar os apelos da Carta Magna que eles juraram obedecer. Praticaram  mais um ato de canalhice politica contra a população, contra a saúde pública e contra o dinheiro do povo. 

Não adianta simplesmente alegar que o processo de prestação de contas do hospital é feito de forma rigorosa e que está tudo 'ok'. Isso não basta. Essa justificava, por si só, não cabe na consciência do povo, que paga por um atendimento de qualidade mas que recebe tratamento muito aquém do que poderia receber. 

É sempre válido lembrar que estamos tratando de um hospital com fortes máculas de crime, de corrupção devidamente apurada pelos principais órgãos da Justiça - Ministério Público Estadual e  Policia Federal. É corretíssimo desconfiar, apurar denuncias e torná-las transparente. E nada mais plausível de que a Câmara de Vereadores faça isso. 

Se os vereadores da prefeita se negam a investigar o hospital, então, certamente, eles temem que algo de ruim possa vir à tona, e prejudique possíveis esquemas  de corrupção existentes no equipamento de saúde pública. Caso contrário, por que tanto medo?

Repetindo, os "objetos políticos" da prefeita e do deputado, na Câmara, cometerem  CANALHICE! 

Carlos Jardel

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