terça-feira, 6 de março de 2018

Sem merenda e sem professores, escola da Vila Nova (Camocim) junta alunos do 3º ao 5º ano em uma única turma.

A situação dos alunos da Escola Manoel Marques de Almeida, da comunidade Vila Nova, Zona Rural de Camocim, chega a ser deprimente. É  que a escola inciou o ano letivo sem merenda escolar e com alunos de três séries -  3º, 4º e 5º ano -  estudando em uma única turma, numa mesma sala, sendo atendido por uma única professora, que passa conteúdos que não correspondem com o nível de aprendizado de cada turma, gerando atraso de disciplinas e retardo no aprendizado  dos alunos. E para piorar a situação, a direção da escola tem ameaçado de reprovar os alunos que vierem a faltar as aulas nos sábados letivos.

Os pais dos alunos reclamam pela falta de condições que a escola tem oferecido para a educação das crianças e adolescentes e cobram da prefeita e da secretária imediata solução.  

" Não tem condições. Desta forma nossos filhos não aprendem nada...Já que não pode contratar,  a prefeita precisa chamar os professores aprovados do concurso público, pois nossos filhos estão sendo prejudicados", enfatizou a mãe de um dos alunos, que cobrou da prefeita Monica e da secretária de Educação, rápida solução para o grave problema. 

Alfinetada

Está vendo prefeita, como sua ganância politica prejudica a vida das pessoas? A culpa deste, e dos demais problemas da cidade, é tudo crédito de vossa incompetência, de sua politicagem barata e desenfreada. A senhora tem se configurado num negativo expoente de gestão e de politica. E não venha dizer que a culpa é da Justiça ou do Ministério Público, pois se vossa  aberração administrativa tivesse efetivado concursados e já concluído outro concurso  - teve tempo pra isso - a situação poderia ser outro. De modo que, este crime contra a aprendizagem dos alunos poderia ser evitado.

E tem mais: a sua abobalhada vibração com as escolas nota 10, chega a ser ridícula, assim como é ridícula a maquiagem que vossa má vontade passa na cidade para tentar enganar a população.

Carlos Jardel 

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