sábado, 3 de novembro de 2018

Saúde de Camocim continua na UTI: falta tudo e mais um pouco, inclusive gestor (a).

A demanda é grande e a oferta é pequena. Falta médicos, enfermeiros, agentes de saúde, agente de endemias e remédios. E com o pouco que se tem - e poderia ser melhor - falta agilidade, presteza, transparência e até mesmo honestidade. 

Isso é sério!Muito sério! Existem pessoas que não conseguem sobreviver a tudo isso. E a população, apesar de tudo, não tem cobrado o "excepcional", mas sim, o que deveria existir dentro das competências legais do Município - muito embora o excepcional deva ser cobrado também. 

Nestes  dias, por exemplo, fomos informados que até seringas estão faltando nas unidades básicas de saúde. Isso é inaceitável para a população.

Falta um secretário da saúde que "exista!", pois  o que aí está, sentado em berço esplêndido, pra desgraça geral, deveria "desistir", já que não consegue - ou não quer - existir. Deveria pedir pra sair. Atitude que, dentro das circunstâncias, seria um ato de nobreza.

Até o Papa Bento desistiu do Governo da Igreja, reconhecendo não ter mais condições de conduzir a máquina religiosa. Foi atitude que deveria servir de exemplo para muitos agentes sociais responsáveis pelo bem estar da população. 

Pense bem, secretário. 

O  motivo desta postagem é fruto das inúmeras reclamações de camocinenses que, sem ter a quem recorrer, e no auge do desconsolo,  pedem ao blog a palavra critica do bem comum. 

Acorda prefeita.

Carlos Jardel

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