segunda-feira, 11 de setembro de 2017

CÉSAR VERAS E SUA DIFICULDADE MENTAL

O vereador César Veras não progrediu em nada nos debates da Câmara. Continua sendo derrotado pela própria natureza. A cada episódio polêmico no plenário ele faz questão de destacar  sua incapacidade de discernimento. Sua sorte - e mais ainda a sorte do povo - é que as sessões não são mais transmitidas via rádio, impossibilitando assim que sua visível debilidade mental tome grandes proporções. Na última sessão, mais uma vez, ele "viajou na maionese" ao justificar o voto contra a proposta da realização de uma Audiência Pública com a Juventude, sugerida pelo vereador Marcos Coelho, para tratar do Projeto de Lei da prefeita que Cria o Conselho Municipal de Politicas Públicas para a Juventude. 

A proposta desta audiência, que foi derrotada pela Situação, tinha como único objetivo, apresentar o projeto para a juventude e escutá-la a respeito do assunto, colher criticas e sugestões para aprimorar o projeto. Seria uma oportunidade de democratizar as ações do Executivo e do Legislativo, dentro do que está assegurando no Regimento Interno da Câmara e na Lei Orgânica do Município. 

O que fez César diante da proposta? Pirou! Aplicou uma desconexa retórica, superficial e politiqueira, acusando a oposição, em especial o vereador Marcos Coelho, de não valorizar a juventude! Ele viajou na sua imaginação doente! Pois, se tudo o que a Oposição queria era justamente valorizar a juventude, inserindo-a no processo de construção do projeto...Bom, então, o Lera votou contra a Audiência Pública e orientou sua bancada a fazer  o mesmo.

Diante da clara dificuldade  mental que o César Lera tem, pergunta-se: qual é o problema de se realizar uma audiência pública com as juventudes para discutir o projeto de criação do Conselho Municipal de Politicas Públicas para a juventude? Lera consideras que a juventude não tem importância nos processos de elaboração de um projeto de lei?

Carlos Jardel 

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