Jornalista que descobriu câncer após toque de gata celebra cura - Revista Camocim

quarta-feira, 24 de dezembro de 2025

Jornalista que descobriu câncer após toque de gata celebra cura



“Não haverá borboletas se a vida não passar por longas e silenciosas metamorfoses”, publicou a jornalista Elayne Costa, 38, citando Rubem Alves.



Nesta terça-feira (23), a profissional recebeu a resposta que esperou desde o início do ano: está curada do câncer. Depois de um processo longo de tratamento, Elayne celebrará de uma forma especial, na próxima sexta-feira (26), seu aniversário e as borboletas da vida.



O diagnóstico da cearense veio em março deste ano, de uma maneira incomum, fazendo com que o caso virasse notícia. Em um domingo à noite, enquanto via televisão, Elayne foi tocada no peito por sua gatinha Clarisse. O animal fazia movimentos conhecidos popularmente de "amassar pãozinho".



“Ela amassou o pãozinho em mim, na minha mama direita, eu senti o incômodo, o caroço [...] na terça-feira pela manhã, eu já estava no mastologista e ele passou os exames. A princípio, falou que não era nada, que eu não precisava me preocupar. Mas eu sempre fui muito assustada com essa questão de câncer de mama [...] eu não ignorei os sinais do meu corpo”, contou a jornalista ao Diário do Nordeste.



Foi quando Elayne mudou de mastologista. Com a médica Paula Valente, ela fez um novo exame, chamado core biopsy. A biópsia do material que tinha em sua mama direita confirmou o câncer. O resultado deixou Elayne em choque, já que não tinha histórico na família.



“Existem quatro tipos de câncer de mama, o meu é o mais agressivo e o que se espalha mais rápido, é um subtipo chamado triplo negativo. “Quando eu recebi o diagnóstico foi um choque. Assim, eu não tenho 40 anos ainda, eu tenho 38 anos, então ainda ia demorar dois anos para fazer mamografia”, contou a cearense.



Ela complementou: “Eu estava vindo num ritmo de vida muito saudável, estava correndo, estava participando de provas, estava fazendo assessoria de corrida, eu me sentia bem. O diagnóstico foi uma tirada de chão para mim, para minha família, foi um susto muito grande. A partir disso, a gente começou o tratamento”



Via Diário do Nordeste