quinta-feira, 6 de junho de 2019

Golpe do Whatsapp - caso Felipe Veras e Monica Aguiar completa 6 meses sem explicação

Completou seis meses desde a denúncia do jornal O Povo AQUI que o tesoureiro da prefeitura de Camocim, Felipe Veras, irmão do presidente da Câmara, César Veras, pagou mais de meio milhão de reais para seis supostos fornecedores sem licitação, sem processo, sem empenho, sem ordem dos ordenadores de despesa. Felipe pagou apenas por que recebeu ordem por escrito do celular da Prefeita Monica Aguiar, que teria sido clonado.

Independente ou não da suposta clonagem, o fato é crime contra a administração pública e passado seis meses do ocorrido não se sabe se o dinheiro retornou aos cofres públicos.

O promotor de Justiça Evânio Pereira de Matos até hoje não deu satisfação a sociedade. Nunca requisitou o celular do Felipe Veras ou a quebra de sigilo telefônico dele e da Prefeita, nem entrou com afastamento ou improbidade. Dessa forma o nobre promotor acaba colaborando para que  o caso durma no esquecimento e o dano ao erário público prossiga irreparável.

Carlos Jardel

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