quinta-feira, 6 de dezembro de 2018

Wagner Monteiro protocola na Câmara pedido de cassação do mandato da Prefeita Monica Aguiar


O comerciante Wagner  Monteiro protocolou hoje na secretaria da Câmara de vereadores uma denuncia de "infração politica - administrativa"  contra a prefeita Monica Aguiar, referente ao episódio em que o Município de Camocim fora vitima de golpistas, que conseguiram clonar o número do aparelho telefônico da prefeita e , mediante contato, via Whatsapp, com o programador financeiro da prefeitura, Felipe Veras, conseguiram que o mesmo transferisse um valor acima de meio milhão de reais para contas bancárias de terceiros. 

Conforma a denuncia de Wagner, a ação "deixou transparecer um modo de operar a máquina pública por parte da prefeita Municipal e de seu programador financeiro que fogem completamente da normalidade e da legalidade".

As transações, segundo a denuncia de Monteiro,  "deveriam ser precedidas das devidas documentações comprobatórias dos serviços executados pelos beneficiários dos repasses, e não após uma simples mensagem de via Whatsapp do número de telefone da Prefeita Municipal". 

"Tal absurdo e imoral comportamento, na forma como foi relatado pelo Sr. Felipe Veras, evidenciam uma prática completamente ilegal na gestão chefiada pela prefeita Monica Aguiar, deixando transparecer a facilidade com que verbas púbicas, inclusive federais, são efetivamente desviadas para terceiros e, ao que tudo indica, com o mero aval da Chefe do Poder Executivo Municipal, por meio de simples mensagens via Whatsapp sem os mínimos procedimentos de cautela exigidos pela legislação em vigor", diz a denuncia. 

A referida prática da chefe do poder Executivo Municipal configura, inequivocamente, infração politico-administrativa, especialmente a omissão e clara negligencia na defesa de bens ou interesses do Município sujeito à administração da prefeitura", afirmou Wagner Monteiro que pediu ao Poder Legislativo Municipal O processamento e julgamento da prefeita Monica, "para que ao final as infrações cometidas por ela "sejam sancionadas com a devida cassação do seu mandato".


Carlos Jardel

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