segunda-feira, 8 de outubro de 2018

Prefeito Sebastião derrota novamente Paulo Pacheco, o "coiso de Chaval", e ajuda a eleger Romeu e Robério


O Paulo Pacheco e seus eleitores mais fanáticos devem está se perguntando o que aconteceu nessas eleições para deputado estadual e federal em Chaval. Explico: é que eles imaginaram, fantasiaram e se alimentaram de uma sonho, destes que só se sonha dormindo mesmo, em que o prefeito Sebastião Sotero estava de braços cruzados e deitado eternamente em berço esplêndido, sentado no banco da praça dando milho aos pombos ou esperando a banda passar, ou melhor: "esperando a campanha acabar".  O problema , pra  ele (Paulo Pacheco), é que ele sonhou mesmo!, e a ficha ainda deve estar acabando de cair. Um choque de realidade caí bem. 

Obstante o natural desgaste de toda e qualquer gestão, o prefeito Sebastião, apesar das inúmeras dificuldades que seu governo enfrenta, fruto da "quebradeira" deixada pelos Pachecos no Município, demostrou muita força e articulação politica nesta campanha eleitoral, ajudando a eleger Romeu Aldigueri a deputado estadual, com 3.563 votos e Robério Monteiro a deputado federal, com 3.390 votos.  Vencendo assim, mais uma vez, a articulação da oposição, comandada pelo "coiso de Chaval", que deu para seus candidatos, Sérgio Aguiar,  deputado estadual, 2.496 votos e  para AJ Albuquerque, federal, 2.233 votos.

Eles esperavam vencer Sebastiãozinho na quantidade de votos conquistados para seus candidatos, por acreditarem abestalhadamente que os áudios malucos de Paulo Pacheco, discursando no whatsapp, davam conta da realidade politica da cidade. Aliás, os áudios de paulo Pacheco são verdadeiras rajadas de ignorância e de arrogância contra a população que, se duvidar, nem mesmo seus eleitores suportam ouvir, de tão inútil que são, por isso, rapidamente, viram alvos de chacota.

A oposição também se confiou nas manchetes levianas do Facebook, e no "blá blá blá" categórico dos comentaristas inconformados das redes sociais. 

Mas fica o alerta: o chão da realidade é bem diferente!, é nele que se precisa pisar e cuidar. 

Carlos Jardel

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