segunda-feira, 6 de agosto de 2018

PCO surpreende com sexto candidato ao Governo do Ceará: Mikaelton Carantino


O Partido da Causa Operária (PCO) lançou, neste fim de semana, candidatos a senador e governador do Ceará. Mikaelton Carantino, 40 anos, foi indicado pela Executiva Nacional do partido. Com ele, sobe para seis o número de postulantes ao Palácio da Abolição. 

 Para o mandato 2019-2022, disputam ainda Camilo Santana (PT), que busca a reeleição; Ailton Lopes (Psol), Francisco Gonzaga (PSTU), Hélio Góis (PSL) e General Theophilo (PSDB).

Perfil

Natural de Orós (Centro-Sul cearense), Mikaelton é filiado ao PCO há dois anos. Ele é professor de matemática da rede estadual de ensino, sindicalista, e também faz parte da diretoria, como representante zonal da Apeoc (antes Associação dos Professores do Estado do Ceará e hoje Sindicato dos Servidores Públicos de Educação e Cultura do Estado do Ceará).

Como vice, na chapa pura, entra o engenheiro operacional Lino Almeida, natural de Juazeiro do Norte. 

Em rápida entrevista ao O POVO Online, o candidato reconheceu Camilo como o que tem "maior vantagem" dentre os demais candidatos, "até mesmo sobre o PSDB".

"Camilo montou blocão em torno dele, com dezenas de partidos. Tem força financeira e quase todo o tempo na TV. Tudo indica que ele seja eleito logo no primeiro turno", pontuou Mikaelton.
O PCO não tem coligações locais, mais apoia Lula nacionalmente. A sigla, alíás, foi fundada em 1995 por operários dissidentes do PT.

Congresso

Já como candidato ao Senado pelo PCO está Alexandre Barroso, 42, servidor público. Agente de saúde e participante de conselhos e movimentos pela qualidade da Saúde Pública, ele está no PCO há três anos.

"Nossa campanha denuncia o golpe contra a democracia e a prisão do companheiro Lula. Nosso apoio é incondicional a ele", ratifica, explicando que o PCO é partido operário de extrema-esquerda.

Quanto aos adversários, Alexandre dispara: "Cid e Eunício são patrocinados por grandes empresas. Trabalham contra os trabalhadores, trabalham pelas privatizações. Com eles, nada de bom pode vir para a classe trabalhadora. Há risco de consolidação do golpe, com as eleições de 2018", finaliza.

O POVO

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