terça-feira, 3 de abril de 2018

Quando a pessoa ao invés de pagar um mico prefere pagar um King Kong!

Até acenei pra câmera! 


Ontem (02) fui ao centro comercial, por volta das 14h30min, buscar um bolo que havia encomendado para comemorar o aniversário de meu filho. No meio do percurso, parei para prosear com meu amigo Betinho, que estava conversando com duas pessoas na calçada do estabelecimento de seu pai, na  rua Santos Dumont, que fica ao lado da Capitania dos Portos. Pois bem, ocorre que estas duas pessoas que o Beto conversava - das quais uma é também um grande amigo, a outra nunca vi na vida - pertencem a uma ONG que estava fiscalizando, naquele momento, a escola conhecida por "Nosso Lar". Até o inicio da prosa, que tratava das loucuras da politica nacional, eu não havia percebido que os dois senhores estavam num tipo de intervalo desta dita fiscalização, jogando conversa fora, sequer havíamos tocado no assunto. Na  realidade, eu nem sabia da existência desta fiscalização. Só passei a "me tocar" quando uma servidora da escola, que estava na calçada, com cara de sofrimento de quem chupado limão com sal ou de quem estava achando o mundo azedo, sacou um aparelho celular e começou a me filmar! Sem entender aquela arrumação, quase perguntei se ela queria meu autógrafo ou acharia melhor tirar uma self comigo. Juro que fiquei sem entender tamanhã babaquice! Baixinho, perguntei aos amigos: " por que essa senhora está pagando mico? foi quando um dos amigos respondeu: "Jardel, ela pensa que tu tem alguma coisa a ver com a fiscalização na escola" (Risos). Foi aí que descobri que a coitadinha não estava pagando um mico, mas sim um King Kong! (mais risos). Tiver que continuar meu trajeto rumo ao bolo!

Em tempo: pra que diabos essa senhora queria minha imagem? Seria para mostrar aos seus patrões?  (mais risos). 

Carlos Jardel 

Nenhum comentário: