sexta-feira, 20 de abril de 2018

Chaval - homem acusado de ter chantageado vereadora com print de whatsapp apresenta sua versão e disse ter havido equívocos

"Essa conversa do print é meu pensamento, minhas ideias e não da Vereadora Patrice", esclarece o autor do print.


Marcos Fontenele, o Marquinhos do Bigode, que foi acusado pela vereadora Patrice Brito de ter lhe enviado um print chantageando-a AQUI, publicou na rede social Facebook uma nota de esclarecimento apresentando sua versão.

"A vereadora no lugar de ir no meu privado saber da situação, gravou um áudio que logo se espalhou, onde ela me acusa de chantagem", disse Marcos explicando como o print se espalhou. 

Reproduzimos, abaixo, na íntegra, a postagem de Marcos.


Esclarecimentos:

Uma palavra, uma frase, uma informação tem poder e cada pessoa interpreta da maneira que lhe convém.

Ontem saiu esse print nos grupos de zap, um áudio e logo a tarde foi lançado essa matéria nesse blog regional a respeito do print.

Então vamos lá:

Primeiramente essa é uma conversa que eu estava tendo com a Vereadora Patrice Brito atrás de conseguir um voto para a presidência da Câmara Municipal de Chaval para o Junior Chaval. E esse print saiu de meu celular para o celular do vereador Junior Cabeção, apenas para mostrar o que eu estava fazendo.

Primeiro equívoco: essa conversa do print é meu pensamento, minhas ideias e não da Vereadora Patrice.

Segundo equívoco: quem passou o print adiante foi o Vereador Júnior Cabeção, ele já falou que foi sem querer e nenhum momento quis prejudicar ninguém.

Terceiro equívoco: quem ler a mensagem ver a foto da Vereadora e minhas palavras, mais como o print foi do meu celular, achou que ela tinha falado isso, que no caso não foi ela.

Quarto equívoco: Ela vendo a situação do print nos grupos e uma forma de se proteger da repercussão gravou um áudio negando que não foi ela que escreveu.

Então uma informação simples, que é uma parte apenas de uma conversa, foi tratada de uma forma gigantesca e repercutiu sem existir nada grave demais no assunto.

Existiu 3 erros na história toda:

Primeiro erro: Passei o print pro Vereador, pois a intenção era apenas mostrar o que eu fiz atrás de um voto pra ele, onde para diminuir o tempo explicando achei que pelo print seria melhor. Então não deveria ter passado.

Segundo erro: o Vereador passou para outra pessoa ou pessoas que também acredito que foi sem intenção, mais não deveria ter passado o print adiante.

Terceiro erro.  vereadora no lugar de ir no meu privado saber da situação, gravou um áudio que logo se espalhou, onde ela me acusa de chantagem. 

Enfim, informações  distorcidas

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