segunda-feira, 31 de julho de 2017

O SALDO DO GRANCHITÃO

O que deveria ter durado uma 1 (uma) hora e 30 (trinta) minutos, durou 2 (duas) horas e 12 (doze) minutos. Cantor baiano se empolgou com a multidão e cantou mais 14 músicas.



Em 03 (três) dias foram 09 (nove) bandas e 3 (três) DJ's – e bandas de projeção nacional.  E um público estimado em mais de 250 mil pessoas. Sendo que no sábado, segundo dia do evento, o cantor Baiano, Bel Marques, conseguiu reunir um público de mais de 120 mil. 

E por falar em Bel Marques...

O cantor Baiano, que faz em média, por ano, 150 shows em vários lugares do Brasil, ficou impressionado com a impecável estrutura do Granchitão - som, palco, iluminação, -  superando a do festival de Caruaru. Ao visitar a cidade cinematográfica, o artista  ficou mais admirado ainda com o que a genialidade cultural e artística com o qual o ambiente foi decorado,  projetado pela prefeitura de Granja. 

No palco, logo na abertura do show, Bel Marques passou dois minutos elogiando o Granchitão e afirmando que o evento já faz parte não só do calendário cultural e turístico do Ceará, mas do Brasil, do Nordeste Brasileiro, como um grande festival.  

O cantor se empolgou com a animação das pessoas e o show, que deveria ser de apenas 1 (uma) hora e  30 (trinta) minutos, durou 2  (duas) horas e 12 (doze) minutos. É que o cantor resolveu aproveitar a energia da multidão e incluir, repentinamente,  mais 14 músicas em seu repertório.

No dia seguinte, no Facebook, o cantor Baiano publicou um comentário agradecendo o “carinho imensurável” do público e afirmando que o “Granchitão foi nota 1000!”.

Mais detalhes

De sábado para domingo, a festa foi até às 8h. E de domingo pra segunda, o público se divertiu até às 6h. 

Violência 0 (zero). Festa na paz! 

Não foi registrada nenhuma ocorrência ao longo dos três dias de evento. Foi uma festa em que o esquema de segurança proporcionou a tranquilidade das milhares de pessoas que foram tão somente se divertir.  

O festival junino de Granja realmente superou todas as expectativas.

Carlos Jardel

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