quinta-feira, 27 de abril de 2017

GREVE GERAL EM CAMOCIM: VIVA OS PELEGOS!

Em Camocim: PT, PCdoB, igrejas, prefeita, partidos, escolas, deputado, vereadores, sindicatos associações...Pelegos! 

Em todo o Brasil, em várias cidades, igrejas evangélicas, sindicatos, associações, juventudes, dioceses, paroquias, padres, bispos, esquerdistas, direitistas, sem partidos, estão, de alguma forma,  se manifestando e incentivando a Greve Geral Nacional, agendada para acontecer nesta sexta-feira, dia 28, contra a reforma trabalhista e previdenciária do Governo Michel Temer, consideradas reformas do satanás, dos infernos e da morte!  

Aqui em Camocim, já bisbilhotei o Facebook de muita gente famosa - vereador, deputado, padre, pastor, sindicalista e algumas entidades de classe  -  e, pra ser bem honesto, com exceção do Sindicato Apeoc, que agendou uma ação - pra não deixar passar batido - não vi mais ninguém tocar no assunto. É como se a pauta não fosse do interesse dos camocinenses.

Isso é até compreensível, pois considero que nossa cidade, igualmente a outras, vive o seu "momento lexotan", dada a crise de referências que o Brasil atravessa neste final de civilização e início de outra. 

Quem lembra do "gigante acordou", que não deu em nada?! Pois é. Não deu em nada mesmo. De lá pra cá as crises apenas se acentuaram. E com o alarme falso, o gigante não apenas voltou a dormir, mas parece que morreu em muitas cidades brasileiras, como no caso de Camocim. 

Nem mesmo a prefeita Monica e o deputado Sérgio Aguiar, que viviam na campanha eleitoral de 2016,  com a boca cheia "de governo golpista", se referindo ao Michel Temer, não se manifestaram sobre esta Greve Geral Nacional. 

Nem o PT local,  que elegeu sua nova presidência recentemente, deixando à frente o Roberto Filho, não se manifestou. 

O PCdoB, na pessoa do seu presidente, o vereador Oliveira da Pesqueira, também fez silêncio com relação a isto.

Jardel, e do que adiante o povo ir pras ruas protestar?  Adianta tudo! As grandes transformações históricas ocorridas neste Brasil se deram com a força do povo nas ruas. O politico tem medo do povo nas ruas (pelo menos tinha). 

Mas o que se tem visto aqui em Camocim, nos últimos tempos, nada redentor,  é o "movimento das esmolas". 

Resumindo: as articulações populares e sindicais em Camocim estão indo, cada vez mais, de mal a pior. E viva a pelagagem! 

Carlos Jardel

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