sexta-feira, 14 de outubro de 2016

A JUSTIÇA JÁ PODE QUEIMAR A AIJE E A AIME

Lógico que o sistema Judiciário brasileiro tem contribuído, e muito, com a sociedade, porém, ainda é muito frágil e, de certa forma, "injusto". Como pode, por exemplo, deixar de julgar definitivamente os processos que Monica Aguiar responde por abuso de poder econômico cometido  durante a campanha eleitoral de 2012, em que ela foi acusada e condenada em primeira instância por corrupção eleitoral? A justiça, no seu último degrau, poderia ter contribuído generosamente com a democracia, impedindo o ingresso de corruptos no comando da máquina pública, punindo aqueles que demostraram não servir com ética e respeito o erário público. Ou até mesmo o caso contrário: poderia ter emitido julgamento inocentando-a. Mas, a senhora Justiça, com suas brechas, protelou e passou-se os quatro anos permitindo que a prefeita Monica Aguiar viesse a governar pessimamente o município sobre o patrocínio uma liminar. Passou-se quatro anos e a Justiça não deu satisfação ao povo de Camocim, foi injusta com a democracia brasileira. 

A saber, a Prefeita Monica Aguiar responde aos seguintes processos: (AIJE) Ação de Investigação Judicial Eleitoral e (AIME) Ação de Impugnação de Mandato Eletivo, ambos por abuso de poder econômico durante as eleições municipais de 2012.

É exatamente nestas horas que temos que concordar com quem diz que, apesar dos avanços, o Sistema Judiciário acaba colaborando com a corrupção. É nestas horas que temos que concordar com quem diz que a Justiça só tem braço forte para os pobres - os presídios que o digam (e nem tocamos no caso dos aprovados do concurso público). 

Vale destacar também que, neste enredo de quatro anos, até quem processou a prefeita mudou de ideia, tornado-se apoiador e parte de sua nova  "chapla" passando a dizer que ela é "boazinha" para governar por mais quatro anos, 

Por tanto,  a Justiça já pode queimar a AIJE e a AIME, não servem mais para "nada", os desassistidos do sistema público de saúde e desempregados agradecem...

Carlos Jardel 

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