terça-feira, 16 de agosto de 2016

JUMENTOS PODEM DEIXAR DE SER MEIO DE TRANSPORTE E VIRAR CHURRASCO NO RIO GRANDE DO NORTE

Pensando no prestigio do animal que anda meio esquecido pela população, promotor incentiva moradores locais a consumir carne de jumento, que segundo ele, outrora era de alto valor para a economia local, mas foi deixado de lado por causa das motos. Essa ideia partiu do promotor Sílvio Brito que atua na pequena Martins, cidadezinha distante a 380 Km de Natal. O promotor entende que esse seria o destino muito nobre a ser dado ao animal que já foi tão útil como meio de transporte e agora vive a vagar pelas ruas, sem destino certo, visto que as modernas motos tomaram seu lugar.

O magistrado admite que nos últimos anos preocupou-se muito com essa questão e foi então que surgiu a ideia de transformar a carne do jumento em fonte de alimento para a população. Ele garante que a carne do animal é bastante apreciável, tendo inclusive promovido um churrasco com a 'nobre carne' para a imprensa e autoridades do lugar. Sílvio explica ainda que o leite de jumenta e seus derivados, também seriam de grande proveito.

Contudo a solução encontrada pelo promotor vem causando muita polêmica nas redes sociais pelos defensores de #Animais, e o que parecia ser uma ideia nobre tornou-se um pesadelo na vida do magistrado que já foi ameaçado de morte pela internet junto com a família, caso prossiga com esse plano. Mas, de acordo com informações colhidas pela 'Folha', o Rio Grande do Norte não está sozinho nessa polêmica, o governo baiano também aprovou recentemente o abate dos jumentos, mas teve seu projeto impedido pela Promotoria do Estado.

Frustração

O promotor Sílvio Brito se diz muito decepcionado com tanta resistência por parte das pessoas e mesmo diante do desconhecimento de alguns sobre o assunto, ele mantém-se firme em seu projeto. Há algum tempo um grupo de empresários japoneses vêm estudando a possibilidade na criação dos animais para futuro consumo da carne, leite e até o couro seria aproveitado. Os chineses também demonstraram interesse em exportar 10 mil cabeças anuais, mas o preço oferecido por animal, R$ 900 foi considerado baixo. "Eu acredito firmemente na potencialidade econômica do jumento", afirma o magistrado, que vai seguir com seu plano. #Comportamento.

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